Som doce para meus ouvidos
Mel para minha vida
Quando o vejo
Um suave sorriso
Desponta em meu pálido rosto
Sinto constrangida
Em admirar
A pureza que o cerca
Não devo desejá-lo
Mas contemplá-lo ao longe
Na celestial pureza
Presente no belo Homem
No Anjo Menino
Repleto de candura
Resumindo-me em uma
Menina
Estonteada de felicidade...
... Quando o
Celeste Anjo Menino
Desvia seu olhar
Para a solitária
Poeta dos eternos dias.
Macapá,
13/4/2004

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