Anjo do esplendor celeste obra do criador, quando irás compreender o quanto o amo, anjo encantador, quando voltarás? Não tardas, pois morrerei sem teu brilho celeste, sem teu olhar que reluz toda a beleza do firmamento.
Anjo querido, minha infinita felicidade, meu motivo de sorrir, não me deixe ó meu anjo, minha alegria.
Não vá, não vá embora.
Como farei para sorrir de novo?
Ficarei namorando a louca solidão.
Ela não é um bom amor, ela é triste e machuca muito.
Sofrerei tanto se perder-te agora, não vá embora, fica, fica para fazer-me feliz.
Meu anjo, meu presente do criador não vá para tão longe, não me deixe só aqui.
Sei que não posso dizer-te o que fazer, pois a qualquer minuto tu podes ir pra longe voltar para os céus. Mas saibas que te amo muito.
Ó meu anjo. Meu anjo querido.
Abril-1999.
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